No teu olhar a bonança
Nos teus braços: segurança.
Vais e vens pra me testar,
Não te deixo nem me fico,
Não te quero ver chorar.
Errei, assumo então.
Não é vergonha: perdão.
Cortei o que de melhor há em ti,
O coração!
A mente pesa,
Dói cada instante.
Sei-te assim,
Nessa dor incessante.
É tanto o que guardo,
Tanto tenho de ti.
Quando paramos,
Se pensamos... onde e quando, fui feliz?
Respondo:
Sempre, contigo.
É verdade, Amizade.
quinta-feira, 2 de abril de 2009
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