terça-feira, 14 de outubro de 2008

Crónicas despenteadas


Sou eu?
Então és tu.
Sim, tu. É a tua vez!
Mostra-te, despe-te da névoa que te assombra
Crê que existes mesmo que de fronte do espelho não observes mais do que a própria sala imóvel.
Pois, não te vês
Mas eu sei, és tu! Existes.


Não sei de mim e o pouco que de ti descortino não é mais que um ser sem nome
E eu? Anseio por uma identidade
Procuro, vasculho todas as entranhas do meu 'ser' que não o chega a ser
Acabo por me render,
Não encontro!

Acabo por desistir.
Eu?
Tu?
Inexistência.

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