
No vazio
No silencioso vazio
Não há cor
Nem ar
Nem som
Nem vida...
O que há sou apenas eu e o meu pensamento
O qual raramente se manifesta
Pois está... vazio
Está vazia a mente
Não é triste,
É sossego, paz
Um vazio sereno...
ai, Que arrepio!!!
Ouço o ranger da porta,
Abre-se lentamente
Fazendo soar a velhice da madeira já gasta.
Que assalto!
Um assalto de emoções, sentimentos
Não consigo perceber
Como?
Porquê?
Fogem de mim as respostas,
Assaltam-me incertezas!
Não!
Agora não...
Onde reinava uma tal calma,
Inexistência de emoções incertas,
Impera agora o pior,
O Imperador dos sentimentos efémeros e devastadores...
Não quero,
Mas sinto,
Oh, mas quero...
Não posso,
Sinto...
És tu,
Amor!

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